Na noite de 07 de agosto de 2014, o Presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Franco da Rocha e Região, Leozildo Aristaque Barros, o Leo, participou de evento conjunto das seis principais centrais sindicais do Brasil (UGT, CUT, Força Sindical, CTB, Nova Central e CGTB) .

O evento contou com a participação de várias autoridades, dentre elas a Presidenta Dilma Rousseff a quem o Leo entregou um ofício solicitando que a Presidência juntamente com o Ministério do Trabalho e Emprego, avaliassem a diminuição do número da funcionários para exigência de contratação de técnicos em segurança do Trabalho.

"Dados oficiais demonstram que o número de acidentes em empresas com menos de 500 funcionarios são altíssimos o que por si só já justificaria a redução do mínimo exigido, e por isso esperamos sensibilizar à Presidenta da necessidade desta redução, que vai se converter em fator de melhoria da qualidade de vida de muitos trabalhadores do Brasil" foram as palavras do Leo ao ser questionado sobre o pedido do Sindicato à presidência. 

O ofício entregue pelo Sindicato sugeriu uma redução sistemática no número mínimo para exigência de contratação de técnicos em segurança do trabalho, sendo feita proposta de que empresas com grau de risco I a partir de 251 empregados  empregados; com grau de risco II a partir de 101 empregados; empresas com grau de risco III a partir de 51 empregados; e  empresas com grau de risco IV a partir de 31 empregagos tenham a obrigação de contar com pelo menos um técnico em segurança do trabalho.

Participou do evento também o Senador Eduardo Suplicy com quem o Leo conversou sobre o tema e se comprometeu a juntamente com o Sindicato defender esta bandeira no Senado e no Ministerio do Trabalho.

Fizeram-se presentes tambem o Ex Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o Ministro Chefe da Casa Civil, entre outras autoridades.

OBS: Ver texto a baixo com o Tiago ---->

A campanha salarial esta sendo uma das mais difíceis na história do sindicato mas também será uma campanha vitoriosa pois não vamos abrir mão dos nossos direitos mas a intransigência patronal e as dificuldades em atingir nossa reivindicação de aumento estão sendo o obstáculo para a assinatura do acordo